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Como o sono interfere no desempenho escolar dos adolescentes

13.03.2018

| Grupo dom Bosco |

Segundo a Associação Brasileira do Sono, 65% dos jovens brasileiros dormem apenas seis horas por noite. A falta de sono altera o humor, o comportamento e o aprendizado do jovem, além de baixar as defesas imunológicas do seu corpo.

 

 

Uma boa noite de sono faz muito bem para o aprendizado. Além de servir para a conservação de energia, o sono atua no processamento da memória e da liberação de hormônios. Com os adolescentes, principalmente em períodos de provas e exames vestibulares, os problemas de falta de sono costumam se agravar. Uma noite mal dormida pode prejudicar o aluno na hora da prova, pois com sono e com reflexos lentos, seu raciocínio será comprometido.

 

Ao longo da vida, ocorrem mudanças hormonais que alteram nosso sistema interno. Na infância, os ritmos biológicos tendem-se a se adiantar e, na adolescência, ocorre o contrário: os jovens só sentem sono tarde da noite e optam por varar a madrugada. Neurologistas afirmam que isso é um erro. A consolidação da memória acontece quando a pessoas estão dormindo. Se a pessoa não dorme, muito do que estudou não vai ficar devidamente registrado, por mais que ela se esforce.

 

Sigmund Freud (1856-1939), neurologista criador da psicanálise, afirmava, em 1900, que o sono contém “restos diurnos”, ou seja, elementos das experiências do dia anterior. Estudos na década de 1920 concluíram que o sono favorece a consolidação da memória.

 

Por isso, é muito importante que o jovem durma bem e de forma contínua. De acordo com a Associação Brasileira do Sono, “65% dos jovens brasileiros dormem apenas seis horas por noite”. Além disso, o aumento do consumo de cafeína cresceu muito entre os jovens, como refrigerantes, chocolates e outros alimentos.

 

Para garantir uma boa noite de sono, é importante que os pais e responsáveis entendam o relógio biológico do adolescente e verifiquem como anda a sua alimentação. O desenvolvimento do cérebro prossegue acelerado na puberdade. Nessa fase, porém, o jovem depende do sono principalmente para crescer. O ideal é que durma de 8 a 9 horas. Dormir o suficiente significa proteger-se de doenças e manter a capacidade de desempenhar funções corriqueiras, principalmente em relação ao aprendizado.

 

De acordo com o Instituto do Sono, a falta de sono altera o humor, o comportamento e o aprendizado do jovem, além de baixar as defesas imunológicas do seu corpo. Os problemas de nota baixa ligados à falta de sono têm a ver com a fadiga dos neurônios responsáveis pelo raciocínio. Se eles não tiverem descansados, vão comprometer a memória e a atenção.

 

Veja algumas dicas para preservar o sono:

 

 

  • Ter horários regulares para dormir e despertar;

  • Criar uma rotina de sono;

  • Ir para a cama somente na hora de dormir;

  • Ter um ambiente de dormir adequado: limpo, escuro, sem ruídos e confortável;

  • Não fazer uso bebidas com cafeína (café, chás e refrigerantes) próximo ao horário de dormir;

  • Não fazer uso de medicamentos para dormir sem orientação médica;

  • Se tiver dormido pouco nas noites anteriores, evite dormir de dia;

  • Jantar moderadamente em horário regular e adequado;

  • Não levar problemas para a cama;

  • Realizar atividades repousantes e relaxantes preparatórias para o sono;

  • Ser ativo física e mentalmente.

 

(Fonte: Instituto do Sono)

 

 

Cristiane Felix

Comunicação e Marketing

Colégio Dom Bosco

 

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